domingo, 23 de setembro de 2012



Quem dera se eu tivesse a sorte de morar no seu coração, mesmo que eu não ocupe um grande espaço. Poder sorrir, te ver fazendo o mesmo e ouvir seus planos. Você está a quilômetros de mim, mas não longe o suficiente para que não possa ocupar todos os meus pensamentos. Te amo bem depois do amanhã ou depois de achar que não há motivos para ter esperança. Até daqui a dez anos ou depois do eterno. Então eu me perguntei o quê, de tudo que já foi verdadeiro, ficou. Me perguntei o que a vida trouxe de volta e o que ela jamais levaria. Quis saber também se o que eu amava há alguns anos atrás, ainda era forte e eterno. Todas as minhas respostas tiveram o teu nome.

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